segunda-feira, 7 de outubro de 2013
sexta-feira, 1 de março de 2013
Tempo
As horas diluem minha memória
Espelhos d'água engolem
O sol da minha infância
Cães ladram nas estreitas ruas da solitária cidade
Aquele lago onde banhei os pés barrentos
Secou como a garganta do deserto
O brilho da lua cheia fora encoberto
Pela poeira cósmica
Dentro da noite, sonhos e sonhos
Evaporaram depois de cada estação
O tempo é ácido, crudelíssimo:
Partindo do nada ( presença inesperada),
Nunca sabe quando e aonde vai chegar.
As horas diluem minha memória
Espelhos d'água engolem
O sol da minha infância
Cães ladram nas estreitas ruas da solitária cidade
Aquele lago onde banhei os pés barrentos
Secou como a garganta do deserto
O brilho da lua cheia fora encoberto
Pela poeira cósmica
Dentro da noite, sonhos e sonhos
Evaporaram depois de cada estação
O tempo é ácido, crudelíssimo:
Partindo do nada ( presença inesperada),
Nunca sabe quando e aonde vai chegar.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
O tempo
O tempo de ontem não é mais o tempo de hoje. O de ontem era encanto, o
de hoje, desencanto...O de ontem, puro romance!! O de hoje desilusão...O
de ontem, tantas juras...que no de hoje, caíram em meio ao vão...O
tempo de ontem recheado de sentimento, de amor, o de hoje, coberto de
mágoas. Mas haverá o tempo de amanhã, que chegará para ser o tempo de
hoje, em que nada mais existirá, apenas o tempo... (Patricia Pitanga)
Assinar:
Postagens (Atom)

